Altas doses de Vit.D para doenças autoimunes: Como funciona esse tratamento?

Olá, Pessoal! Todos os dias recebo dúvidas sobre o tratamento com altas doses de Vitamina D, então, decidi fazer esse post para explicar melhor como funciona esse tratamento MARAVILHOSO!

Como já foi discutido aqui, a forma ativa da Vitamina D, ou colecaliferol, é ,na verdade, um hormônio esteroide que acarreta uma série de respostas biológicas. Aproximadamente 10% dos genes humanos responde aos efeitos da Vitamina D, uma vez que apresentam o VDR, receptor para essa vitamina.

A Vitamina D interage com o sistema imunológico através de sua ação sobre a regulação e a diferenciação de células como linfócitos, macrófagos e células natural killer (NK), além de interferir na produção de citocinas. Entre os efeitos imunomoduladores demonstrados destacam-se: diminuição da produção de interleucina-2 (IL-2), do interferon-gama (INFγ) e do fator de necrose tumoral (TNF); inibição da expressão de IL-6 e inibição da secreção e produção de autoanticorpos pelos linfócitos.

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Funções da Vit. D no sistema imune

Então, a deficiência dessa “vitamina” leva à perda da regulação de diversos genes, incluindo àqueles relacionados às células do sistema imune, reduzindo a potência desse sistema no combate à infecção e PERMITINDO A AGRESSÃO IMUNITÁRIA CONTRA O PRÓPRIO ORGANISMO.

As pessoas mais suscetíveis a desenvolverem doenças autoimunes são parcialmente resistentes à Vitamina D. Em vista disso, uma vez instalada a doença, são necessárias doses muito elevadas de colecalciferol para torná-la inativa, não só para compensar essa resistência parcial, mas também para apagar da memória do sistema imune a falsa informação de que parte do organismo deve ser tratada como um micro-organismo invasor.

Os resultados desse tratamento são surpreendentes!!!  Nos portadores de esclerose múltipla, por exemplo, há diminuição de lesões ativas, diminuição de novos surtos, e por fim, a REMISSÃO DA DOENÇA.

Os portadores de Esclerose Múltipla, que realizam o tratamento alternativo, relatam que, em poucas semanas, já sentem diferenças importantes, como diminuição de fadiga, retorno de sensibilidade, diminuição da sensação de formigamento nos membros e o mais importante, uma grande melhora na qualidade de vida.

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Maaas não para por aí! O uso de altas doses de Vitamina D é indicado para diversas doenças (autoimunes ou não) e algumas já foram abordadas aqui no blog.

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Dá uma olhadinha nesses posts:

https://tratamentoalternativo.wordpress.com/2016/07/20/tratamento-convencional-x-alternativo/

https://tratamentoalternativo.wordpress.com/2016/08/03/vitamina-d-o-combate-a-psoriase-e-ao-vitiligo/

https://tratamentoalternativo.wordpress.com/2016/08/17/vitamina-d-a-esperanca-no-tratamento-da-depressao/

“Nossa, adorei! Vou começar a tomar já”

EPA! Tenha calma!!

Para esse tratamento ser seguro e ter os resultados desejados, deve-se seguir um Protocolo, que foi desenvolvido pelo Dr. Cícero Coimbra. Esse protocolo consiste, basicamente, na utilização de doses elevadas de colecalciferol (Vit.D) e de um polivitamínico que ajuda na otimização do tratamento. Mas para que isso seja bem sucedido e para evitar a toxicidade da Vit.D deve-se, OBRIGATORIAMENTE, retirar da dieta alimentos ricos em cálcio* e ingerir, no mínimo, 2,5L de água por dia, além de realizar periodicamente exames de PTH  e calciúria 24h.

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*Saiba o motivo da dieta sem cálcio: https://tratamentoalternativo.wordpress.com/2016/07/27/calcio-o-vilao-do-tratamento-alternativo/

** Devem ser realizados periodicamente.

E O MAIS IMPORTANTE: Nunca faça automedicação. Procure um médico que segue o protocolo.

Espero que tenham gostado! Até mais!!

 

Medicamento à base de maconha para o tratamento dos sintomas da Esclerose Múltipla

Olá, Pessoal! Como muitos já viram, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de um medicamento à base de maconha para tratar a espasticidade  em pacientes com esclerose múltipla. Trata-se do primeiro medicamento à base de Cannabis sativa aprovado no Brasil.

Com o nome comercial Mevatyl, o medicamento contém tetraidrocanabinol (THC) em concentração de 27 mg/mL e canabidiol (CBD) em concentração de 25 mg/mL. A droga já é aprovada em outros 28 países, incluindo Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Dinamarca, Suécia, Suíça e Israel, onde é conhecido por Sativex.

A indicação proposta para o medicamento é o tratamento sintomático da espasticidade moderada a grave relacionada à esclerose múltipla (EM), sendo destinado a pacientes adultos não responsivos a outros medicamentos antiespásticos e que demonstram melhoria clinicamente significativa dos sintomas relacionados à espasticidade durante um período inicial de tratamento com o Mevatyl. O medicamento é destinado ao uso em adição à medicação antiespástica atual do paciente.

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Os efeitos farmacológicos de Mevatyl foram avaliados em modelos experimentais animais antes de serem estudados em humanos. A eficácia clínica de Mevatyl para o tratamento da espasticidade associada à esclerose múltipla foi avaliada em estudos clínicos controlados com uma duração de até 19 semanas em mais de 1500 pacientes, envolvendo o uso de doses de até 48 pulverizações/dia. O Relatório de Segurança e Eficácia, contendo 11 estudos clínicos de fase I, 2 estudos de fase II e 4 estudos de fase III realizados com Mevatyl, foi submetido também à avaliação da Gerência de Segurança e Eficácia (GESEF) e da Câmara Técnica de Medicamentos (CATEME), que se posicionaram de modo favorável ao deferimento do registro no que concerne à comprovação de segurança e eficácia do medicamento.

Ações

Espasticidade: O Sativex ou Mevatyl são indicados para o tratamento da espasticidade moderada a severa decorrente da esclerose múltipla, ou seja, para a dificuldade de locomoção devido às pernas “presas”, “pesadas”.

No tratamento da espasticidade, os estudos com naxibimols (Sativex ®) demonstraram melhora nas escalas de auto-avaliação (quando os próprios pacientes se avaliaram) aplicadas após 1 mês e meio de uso da medicação. As doses são aumentadas gradativamente ao longo de 14 dias, até o máximo de 5 puffs de manhã e 7 à noite.

Após um ano de estudo, os resultados indicaram uma melhora também nas escalas objetivas de mensuração da espasticidade (ou seja, quando avaliada pelos médicos do estudo). Estes resultados sugerem que esta opção terapêutica pode vir a ser considerada nos pacientes com EM, embora faltem estudos de segurança com uso por longos períodos.

Dor neuropática: Na dor neuropática ou central, os estudos foram realizados em períodos curtos, com eficácia variável. Os naxibimols, os preparados com THC/CBD e o extrato de Cannabis apresentaram resultados conflitantes, e embora não seja possível concluir de forma definitiva quanto à sua eficácia, os dados sugerem que esta pode ser uma opção terapêutica em pacientes que não responderam aos tratamentos convencionais.

Espero que tenham gostado! Até mais

NUNCA FAÇA AUTOMEDICAÇÃO. PROCURE UM MÉDICO DE CONFIANÇA

Referências

1.http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/351923/NT++01+-+2017+-+Mevatyl.pdf/4e02e67a-34b6-48d6-9c34-d0aa4a5dd1fd

2.http://www.unip.br/comunicacao/publicacoes/ics/edicoes/2015/03_jul-set/V33_n3_2015_p274a279.pdf

3.http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0004-282X2015000400371&script=sci_arttexthttp://

4.blog.doctorfound.com/cura-para-o-cancer/

 

Dieta como tratamento da Esclerose: Realmente funciona?

Olá, Pessoal! Hoje vou falar um pouco pra vocês sobre uma dieta desenvolvida para os portadores de Esclerose Múltipla (EM).

Em 2000, a médica americana Terry Wahls foi diagnosticada com EM Recorrente- Remitente e que evoluiu, em 3 anos,  para a forma Secundária Progressiva, não apresentando melhora com os tratamentos convencionais.

Então, a Dra. Wahls começou a investigar sobre a doença. Descobriu que, por algum motivo, o cérebro dos pacientes com EM tendia a “encolher”, como no Parkinson e Alzheimer. E encontrou um denominador comum entre essas doenças: disfunção das mitocôndrias (organelas intracelulares que controlam o fornecimento de energia para o corpo). Ela descobriu que 3 nutrientes são essenciais para a função mitocondrial: ÔMEGA 3, CREATINA e COENZIMA Q10. Com a ingestão desses nutrientes, ela começou a apresentar uma leve e lenta melhora. Continuou investigando, e descobriu que a mielina que reveste os nervos também precisaria de nutrientes específicos para funcionamento adequado: vitaminas B1, B9, B12, ÔMEGA 3 e IODO. Sabe-se hoje também do papel da vitamina D (como já falamos muito aqui no blog!) pois percebe-se claramente a incidência maior de EM em países menos ensolarados. Estudo publicado na revista Brain, por Jorge Correale, janeiro/2009, indicou que níveis deficientes da vitamina D podem piorar a evolução da doença. Outro estudo, da Harvard School of Public Health, liderado por Alberto Ascherio, em 2006, sugeriu a diminuição de 41% do risco de esclerose múltipla para cada 50nmol/L elevado nos níveis de vitamina D. Isto é, o risco de EM foi menor entre os que usavam doses maiores de vitamina D, e os riscos maiores desta doença ficaram com aqueles com níveis menores desta vitamina. O consumo de alimentos com glúten e lactose também é relacionado com a EM, devido ao mimetismo molecular entre os antígenos presentes nestes alimentos e uma sequência de aminoácidos da bainha de mielina.

Sendo assim, a dieta desenvolvida pela Dra. Whals consiste em:

– Vegetais ricos em Vitamina B,A,C e K;

– Vegetais ricos em antioxidantes;

– Alimentos ricos em enxofre;

– Carnes ricas em ômega 3;

– Evitar farináceos, glúten e industrializados.

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Dra. Whals antes e depois da dieta para portadores de EM

 

Diante de tudo isso, decidi tentar seguir essa dieta para otimizar meu tratamento com altas doses de Vitamina D. Vou atualizando vocês e no insta @tratamentoalternativo vou postar fotos da dieta! Desejem-me força para ficar sem massas! Hahah

Até mais!

Referências

  1. https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/71934/2/80603.pdf
  2. http://drbarakat.com.br/esclerose-multipla-e-alimentacao/
  3. http://terrywahls.com/about/about-terry-wahls/

 

Vitamina D no tratamento da Dermatite Atópica

Olá, Pessoal!!!! Hoje vamos falar de uma doença dermatológica muito comum, não contagiosa e com incidência maior a cada dia: a Dermatite Atópica (DA). A dermatite atópica é uma doença inflamatória crônica da pele que apresenta uma evolução cíclica com períodos de melhora e piora. A etiologia não é exatamente conhecida, sendo multifatorial. Observa-se um caráter familiar e frequentemente está associada à asma ou bronquite e rinite alérgica.

O eczema atópico, termo utilizado como sinônimo da dermatite atópica, é sua manifestação mais comum e caracteriza-se por lesões inflamadas da pele, avermelhadas, que coçam, descamam e, às vezes, ficam úmidas. Inicia-se no primeiro ano de vida, na maioria dos casos, tem uma evolução crônica e cerca de 60% das crianças apresentam redução ou desaparecimento das lesões antes da adolescência. No bebê as lesões predominam na face e nas superfícies externas dos braços e pernas.

Nas crianças maiores e nos adultos as lesões acometem principalmente as dobras do corpo, como as dos joelhos, cotovelos e pescoço. Nos casos mais graves, pode acometer grande parte da superfície corporal. Portadores de dermatite atópica apresentam uma incidência maior de infecções bacterianas, fúngicas ou virais da pele. Apesar da melhora gradativa da doença com a progressão da idade, o paciente com dermatite atópica tende a manter, durante toda a sua vida, uma pele ressecada que se irrita facilmente.

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Sinais e sintomas da Dermatite Atópica (DA)

Quem sofre de DA sabe que essa doença é bem chatinha e que incomoda bastante. Mas, mais uma vez, temos uma nova esperança: A VITAMINA D!

A RELAÇÃO ENTRE A VITAMINA D E A DA ESTÁ NA PRODUÇÃO E FUNCIONAMENTO DAS CATELICIDINAS. Peptídeos antimicrobianos relacionados à catelicidina são uma família de polipeptídeos encontrados nos lisossomos de macrófagos e leucócitos polimorfonucleares (PMN).

Mas o que é isso??

AS CATELICIDINAS TÊM CAPACIDADE ANTIMICROBIANA e são importantes para a defesa do hospedeiro contra infecções da pele por agentes virais e bacterianos, como o Staphylococcus aureus. Elas aumentam a migração celular e a secreção de citocinas e de outras moléculas sinalizadoras das células imunológicas ativadas. Acredita-se que a Vit.D aumente a síntese de catelicidinas, levando ao melhor controle dos sintomas na DA. A Vit.D aumenta a expressão gênica da catelicidina, que exibe uma atividade microbicida de amplo espectro contra bactérias, fungos e vírus.

Além dos efeitos sobre o sistema imunológico, redução da inflamação e a prevenção de infecções, há indícios de que a Vit.D também possa diminuir a resistência aos esteroides. Desta maneira, há dados que demonstram os potenciais efeitos da VD em aumentar a atividade dos peptídeos antimicrobianos e suprimir a resposta inflamatória. PORTANTO, A SUA SUPLEMENTAÇÃO PODE TRAZER BENEFÍCIOS NO TRATAMENTO DA DA.

resumo-estudos-vitamina-d-e-da
Síntese dos estudos do uso de Vit.D para a DA
paciente-1-4-meses-tto-vd
Paciente 1- antes e depois de 4 meses de tratamento com Vit.D
paciente-1-4-meses-tto-vitd-2
Paciente 1- antes e depois de 4 meses de tratamento com Vit.D
paciente-2
Paciente 2- antes e depois de 4 meses de tratamento com Vit.D

Viram que diferença?!

Espero que tenham gostado!

Até mais!

 

OBS: NUNCA FAÇA AUTOMEDICAÇÃO. CONSULTE SEMPRE UM MÉDICO DE CONFIANÇA.

Referências:

  1. http://www.sbdmg.org.br/dicas-de-saude/dermatite-atopica/
  2. http://rafaelasalvato.com.br/wp-content/uploads/2013/09/Dermatite-at%C3%B3pica-Rafaela-Salvato
  3. Dermatologia.jpghttp://www.bjai.org.br/detalhe_artigo.asp?id=659
  4. http://www.vitaminadmedicinaesaude.com.br/category/dermatite-atopica/

Minha Evolução

Olá, Pessoal!! Como já estou no oitavo mês de tratamento da Esclerose Múltipla com altas doses de Vitamina D, irei contar um pouquinho da minha evolução pra vocês.

Bom, como vocês já sabem, ao longo do mês de fevereiro, quando tive o primeiro surto da Esclerose, perdi totalmente a força, a sensibilidade e os movimentos da minha mão esquerda. Não conseguia fazer NADA! Não conseguia prender meu cabelo, amarrar os sapatos, fazer os serviços de casa, tampouco fazer exame físico nos pacientes durante as práticas da faculdade de medicina. Sentia também muita fadiga e cheguei a perder, temporariamente, a visão do olho esquerdo.

Abdiquei totalmente da minha independência e da minha qualidade de vida: Meus amigos e familiares me ajudavam a me arrumar e a fazer as atividades diárias. Além disso, tive que trancar a faculdade, não só pela incapacidade física, mas também por não estar bem psicologicamente.

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Os movimentos que conseguia realizar antes de iniciar o tratamento

Em abril, iniciei meu tratamento com altas doses (100.000 UI diárias) de Vitamina D sob orientação do Dr. Sérgio Lúcero. Em poucas semanas, não sentia mais fadiga e comecei a melhorar psicologicamente. Ao mesmo tempo, iniciei as sessões de fisioterapia, 2 vezes por semana.

A cada dia observava e vibrava com as pequenas conquistas: o dedinho que voltava a mexer, quando conseguia cortar minha comida ou segurar um copo.

Mas o momento mais emocionante foi em julho. Estava assistindo a um filme com meu namorado, e quando ele fez um carinho na minha mão esquerda, eu pude SENTIR o toque de sua mão! Nós não seguramos o choro…finalmente a sensibilidade da minha mão havia retornado!!

E aos poucos, as conquistas passaram a ser grandes e evidentes. Voltei a prender meu cabelo sozinha, me arrumar e fazer os serviços de casa.

Em agosto, voltei à faculdade de medicina, e pra minha surpresa e total felicidade, conseguia examinar os pacientes.

Agora estou tomando 120.000 UI diárias de Vitamina D, sem alterações na função renal (“Ué, mas o que isso tem a ver?” É só ler esse post pra saber: https://tratamentoalternativo.wordpress.com/2016/07/27/calcio-o-vilao-do-tratamento-alternativo/ ) e com a FORÇA  e MOVIMENTOS da minha mão RECUPERADOS!!!

Hoje vivo normalmente, sem limitações, e muito feliz! A Vitamina D trouxe de volta minha esperança, meus sonhos e minha vontade de viver!!!!

minha-vida
Um pouco da minha vida 🙂
adeus-esclerose
Não se ofendam, o dedo é pra esclerose! rs

Espero que tenham gostado! Compartilhem com seus amigos!

OBS: NUNCA FAÇA AUTOMEDICAÇÃO. PROCURE SEMPRE UM MÉDICO DE CONFIANÇA.

 

Palestra: Vitamina D e Esclerose Múltipla

Olá, Pessoal!!!!

No dia 31 de outubro decidi abrir meu coração e contar minha experiência com a Vitamina D e com a esclerose múltipla para os alunos de medicina da Universidade São Francisco.

palestra

Muito obrigada à Liga de Neurologia pelo convite e em especial, muito obrigada aos meus amigos e familiares que estavam presentes para me apoiar! Amo vocês!

Quer saber mais? Dá uma olhadinha nesse post: https://tratamentoalternativo.wordpress.com/2016/07/20/tratamento-convencional-x-alternativo/